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Segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
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Pinacoteca de São Paulo: vale a pena a visita para conhecer obras de artistas famosos

Hoje, a Pinacoteca abriga em seus salões restaurados importantes exposições, como as de Rodin e Miró

Pinacoteca de São Paulo: vale a pena a visita para conhecer obras de artistas famosos
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Com cerca de 4 mil peças, o acervo da Pinacoteca do Estado reúne trabalhos de artistas paulistas como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e Oscar Pereira da Silva, e também abriga obras representativas de Cândido Portinari, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti. O prédio ocupado pela Pinacoteca foi projetado por Ramos de Azevedo em 1897, e hoje abriga em seus salões restaurados importantes exposições, como as de Rodin e Miró. O Pavilhão das Artes, localizado no Parque do Ibirapuera (linkar), também faz parte da Pinacoteca do Estado.

A Pinacoteca do Estado de São Paulo foi fundada em 24 de dezembro de 1905 e regulamentada como museu público estadual em novembro de 1911, dentro do Edifício do Liceu de Artes e Ofícios, com a cessão de um salão para estabelecer uma galeria de pintura com quadros existentes no Museu do Estado (atual Museu Paulista), e sua história está entrelaçada à história de São Paulo e à própria história do Brasil. O projeto do edifício ficou a cargo do escritório Ramos de Azevedo, que o concebeu em colaboração com Domiziano Rossi. Nos anos 90, Paulo Mendes da Rocha junto de Eduardo Colonelli promovem uma reforma no espaço interno do prédio, aliando o metal com a estrutura de tijolos do prédio.

Foi idealizado em estilo neorrenascentista, tipologia adequada aos edifícios oficiais, conforme a caracterologia dos acadêmicos atrelados à tradição arquitetônica da Beaux-Arts parisiense, e imaginado com monumentalidade. Situada à Praça da Luz – no centro histórico de São Paulo -, abriga um dos maiores e mais representativos acervos de arte brasileira com mais de 10.000 itens abrangendo os principais períodos e estilos da história da arte no Brasil, em especial durante os séculos XIX e XX. O acervo é composto por pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, fotografias, tapeçarias e objetos de arte decorativa. Conta também com pinturas oitocentistas europeias, esculturas francesas e ainda com o gabinete de obras sobre papel, sempre tendo como referência principal imagens e cenas brasileiras.

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Na coleção encontram-se obras de Debret, Taunay, Facchinetti, Eliseu Visconti, Almeida Junior, Pedro Alexandrino, Antonio Parreiras, Benedito Calixto, VictorBrecheret, Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Anita Malfatti, Cândido Portinari, Di Cavalcanti, e ainda obras abstracionistas e contemporâneas. Historicamente, tem adquirido obras contemporâneas por meio de compra ou de doações, garantido ao longo dos anos a ampliação de seu acervo, com auxílio de um Conselho de Orientação Artística nomeado pelo Secretário da Cultura, e pelo programa dos Patronos de Arte Contemporânea, desenvolvido pela própria instituição.

Estação Pinacoteca

A Estação Pinacoteca é um anexo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, e está localizada ao Largo General Osório, 66, no centro histórico de São Paulo. Como parte arquitetônica do conjunto ferroviário da The São Paulo Railway, seu edifício foi construído, em 1914, pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo para abrigar armazéns e escritórios da Estrada de Ferro Sorocabana, sendo reformada em 1939 para abrigar o DEOPS – Delegacia de Ordem Política e Social, posteriormente denominada Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo — DEOPS/SP, que funcionou neste endereço até sua extinção, em 1983. Totalmente restaurado pelo arquiteto Haron Cohen, o local passou a chamar-se Estação Pinacoteca a partir do seu Decreto de criação de 2004, abrigando importantes exposições temporárias de arte moderna e contemporânea da Pinacoteca do Estado de São Paulo, bem como sua reserva técnica.

A Estação Pinacoteca abriga ainda o Centro de Documentação e Memória (CEDOC), a Biblioteca Walter Wey e o Plemorial da Resistência de São Paulo.

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