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Segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Notícias/Litoral Paulista

LITORAL NORTE - Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – Copa Mitsubishi de Vela começa em 1º de março

Dividida em dois finais de semana, primeira etapa das regatas de 2024 acontece nos dias 2, 3, 9 e 10 de março

LITORAL NORTE - Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – Copa Mitsubishi de Vela começa em 1º de março
Aline Bassi / Balaio / Divulgação
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ovos ventos já começam a soprar no litoral norte de São Paulo — e não é porque o outono se aproxima. A nova brisa que está prestes a pairar sobre sobre as águas cristalinas da região trazem, na verdade, a primeira etapa da 24ª edição do Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – Copa Mitsubishi 2024.

Nos próximos dias, Ilhabela, a Capital da Vela, vai receber no Canal de São Sebastião a primeira das quatro etapas da competição previstas para este ano. O cronograma começa já nesta sexta, 1º de março, quando um coquetel de boas-vindas no Yacht Club de Ilhabela vai abrir a temporada.

Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

Na sequência, nos dias 2 e 3, acontecem as primeiras regatas da Copa Mitsubishi 2024. No final de semana seguinte, nos dias 9 e 10, além das regatas para todas as classes acontecerão as especiais para a classe Bico de Proa (agora chamada de RGS Cruiser). Ainda no dia 10, os vencedores da 1ª etapa serão premiados.

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As etapas seguintes da Copa Mitsubishi 2024 serão realizadas nos meses de junho, setembro e dezembro.

São quatro etapas realizadas em diferentes estações do ano, propiciando várias condições de velejar– Carlos Eduardo “Cuca” Sodré, diretor técnico do evento

Cuca completa ainda que “isso faz com que as equipes de ponta da vela utilizem a Copa Mitsubishi para aprimorar suas táticas, testar equipamentos, o entrosamento das tripulações e a melhoria de performance.”

Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

Copa Mitsubishi reúne várias classes de vela  oceânica

O Circuito Ilhabela de Vela Oceânica – Copa Mitsubishi 2024 destina-se, ao todo, a seis classes de vela de oceano, tornando a competição abrangente e deixando o espetáculo na Capital da Vela ainda mais bonito de se ver.

De acordo com Cuca Sodré, o evento — que acolhe também as classes de entrada da vela — gera “uma troca de experiências sempre muito rica.”

Conheça as classes da Copa Mitsubishi 2024

  • Classe ORC: veleiros oceânicos estritamente de competição, desenhados para regata e dotados dos mais modernos equipamentos — não necessariamente iguais entre si. São medidos na mais técnica e detalhada regra da vela mundial;
  • Classe RGS: veleiros oceânicos com características de cruzeiro. Possuem equipamentos como cozinha completa, suítes e ar-condicionado. Costumam ser de pessoas que gostam de conforto e também das regatas, já que para participar de uma, precisam estar medidos dentro da regra RGS;
  • Classe Bico de Proa/ RGS Cruiser: veleiros com as mesmas características dos RGS, mas não estão medidos em nenhuma regra. Seus proprietários e equipes são, geralmente, cruzeiristas que esporadicamente disputam regatas;
  • Classe Clássicos: veleiros fabricados até o ano de 1980. Geralmente embarcações muito bem cuidadas, não raro com mastreação e casco de madeira, velas originais, equipamentos e características da época de sua construção;
  • Classe C30 e Classe HPE25: veleiros de competição rigorosamente iguais entre si (em cada classe). Usam os mesmos equipamentos e velas. Por isso, não tem rating.
Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

Veleiros competem de igual para igual

A vela de oceano é dividida em classes, que comportam veleiros e equipes com diferentes características. Para que todos possam competir em condições de igualdade, as classes realizam as chamadas “medições”, em que um medidor oficial confere as características dos veleiros e, de acordo com a regra de cada classe, estabelecem um “rating”.

O rating é um número que baliza o tempo ideal em que um veleiro com as características medidas deve velejar em um determinado tempo de regata. Ao final da prova, o tempo real de chegada é multiplicado por esse rating, determinando o tempo corrigido daquele veleiro.

Foto: Aline Bassi / Balaio / Divulgação

Isso faz com que um grande veleiro de competição, equipado com as mais novas tecnologias, possa correr uma regata junto de um veleiro menor, mais antigo e menos equipado. Cada um deles tem o seu próprio rating e condições iguais de vencer a regata.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações de Náutica

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