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Segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
Notícias/São Paulo

Nunes toma posse para 2º mandato em SP, diz que vai buscar diálogo, cuidar da periferia e que não é prefeito de obras faraônicas

Neste 2° mandato como prefeito, Nunes e Mello Araújo terão 22 secretarias e quatro órgãos de gestão e controle, totalizando 26 órgãos municipais.

Nunes toma posse para 2º mandato em SP, diz que vai buscar diálogo, cuidar da periferia e que não é prefeito de obras faraônicas
TABA BENEDICTO/ESTADÃO CONTEÚDO | Reprodução/TV Câmara | Reprodução/TV Câmara
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O prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o vice Mello Araújo (PL) tomaram posse na tarde desta quarta-feira (1º) para o novo mandato à frente da Prefeitura de São Paulo.

A cerimônia foi realizada na Câmara Municipal da cidade, no Centro, e presidida pelo parlamentar mais velho do Legislativo paulistano, o vereador Eliseu Gabriel (PSB), de 77 anos.

Os 55 vereadores eleitos em outubro também foram empossados nesta quarta (1°) para o mandato que terminará em 31 de dezembro de 2028.

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No primeiro discurso após ser empossado, Nunes afirmou que venceu "uma eleição difícil, como nunca visto" na cidade de São Paulo, ao derrotar Pablo Marçal (PRTB) e Guilherme Boulos (PSOL).

Ele lembrou a parceria eleitoral com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) - que não esteve no evento - além de pregar a pacificação às disputas ideológicas na cidade e no Brasil, buscando o diálogo.

"Solução e resolução de impasses, o Brasil precisa ser pacificado consigo mesmo. Onde reina o trabalho, não reina a discórdia. Onde reina colaboração, não reina divisão. Onde reina propósito, não reina o confronto", afirmou.

 

O prefeito Ricardo Nunes (MDB) faz juramento do cargo de prefeito de São Paulo para o mandato 2025-2028. — Foto: Reprodução/TV Câmara
O prefeito Ricardo Nunes (MDB) faz juramento do cargo de prefeito de São Paulo para o mandato
2025-2028. — Foto: Reprodução/TV Câmara
 

O prefeito também fez um balanço das ações no primeiro mandato e disse que não tem "compromisso com obras faraônicas, mas cuidar das pessoas e da periferia".

"Queremos inovar sempre, apresentando políticas públicas que melhorem a vida das pessoas. Temos que evoluir. (...) O meu compromisso não é com obras faraônicas, faremos as grandes obras de São Paulo que ela precisa, faremos. Mas meu compromisso é cuidar das pessoas", enfatizou.

"Ser prefeito de São Paulo é minha realização. Não tenho outra ambição a não ser cuidar das pessoas da cidade [...] Uma São Paulo que cuide e esteja presente na periferia é uma São Paulo que está cuidando dos outros bairros", completou.

E emendou: "Sou apenas um homem de honra, valores e palavra. Um homem das antigas que cumpre o que é tratado no fio do bigode".

Mais tarde, ao discursar no Municipal, o prefeito reeleito se emocionou ao citar novamente a periferia. Com a voz embargada, ele se comprometeu com a população vulnerável dizendo que seu objetivo é cuidar da periferia. Afirmou, também, que "a solução dos problemas sociais" do Brasil "só podem ser feitas em São Paulo".

Mais experiência

Nunes também observou que chega a este segundo mandato com mais experiência política do que quando assumiu o cargo com a morte de Bruno Covas (PSDB).

O ex-prefeito e companheiro de chapa morreu em maio de 2021, quatro meses após assumir o cargo de prefeito da capital, dando espaço para que Nunes se tornasse o prefeito da capital.

"Chego a esse segundo mandato mais preparado, conhecendo mais cada canto da cidade, do que há quatro anos. Conheço mais a máquina da prefeitura, os servidores, entendo melhor o processo de decidir, as centenas de leis, os caminhos do governo do estado, do governo federal, do Congresso. (...) O fato é que começo o segundo mandato mais treinado e conhecendo muito melhor o que é ser prefeito da maior cidade da América Latina."

"Não há tempo para personalismo e arrogâncias. São Paulo é maior do que qualquer um de nós. Ninguém poderia imaginar que meu irmão Bruno Covas, um dos maiores homens públicos que tivemos o privilégio de conhecer e conviver nos deixaria tão precocemente, apenas quatro meses e meio depois de subir aqui para pronunciar seu discurso de vitória e consagração. Após um governo que começou a mudar São Paulo", afirmou.

Estrutura de governo

Neste segundo mandato como prefeito, Nunes e Mello Araújo terão 22 secretarias e quatro órgãos de gestão e controle, totalizando 26 órgãos municipais.

O novo gabinete assume em meio as discussões sobre o aumento do preço da tarifa de ônibus de R$ 4,40 para para R$ 5 a partir de 6 de janeiro.

Após a cerimônia e o juramento, Nunes e o vice deixaram a Câmara para dar posse ao novo secretariado numa solenidade no Theatro Municipal, com 1.500 convidados.

Confira os secretários:

  • Governo: Edson Aparecido
  • Casa Civil: Enrico Misasi
  • Justiça: Eunice Prudente
  • Fazenda: Luís Felipe Vidal Arellano
  • Infraestrutura Urbana e Obras: Marcos Monteiro
  • Saúde: Luiz Carlos Zamarco
  • Assistência e Desenvolvimento Social: Eliana Gomes
  • Transporte e Mobilidade Urbana: Celso Caldeira
  • Esportes e Lazer: Rogério Lins
  • Educação: Fernando Padula
  • Cultura e Economia Criativa: Totó Parente
  • Habitação: Sidney Cruz
  • Verde e do Meio Ambiente: Rodrigo Ashiuchi
  • Desenvolvimento Econômico e Trabalho: Rodrigo Goulart
  • Segurança Urbana: Orlando Morando
  • Subprefeituras: Fabrício Cobra
  • Pessoa com Deficiência: Silvia Grecco
  • Direitos Humanos e Cidadania: Regina Santana
  • Urbanismo e Licenciamento: Bete França
  • Inovação e Tecnologia: Milton Vieira
  • Relações Internacionais: Angela Gandra
  • Gestão: Marcela Arruda
  • Turismo: Rui Alves
  • Comunicação: Fábio Portela
  • Procuradora Geral do Município: Luciana Sant’Ana Nardi
  • Controlador-Geral do Município: Daniel Falcão
  • Executivo de Mudanças Climáticas: José Renato Nalini
  • Executivo de Planejamento e Eficiência: Clodoaldo Pelissioni
  • Executivo de Mobilidade e Trânsito: Gilmar Pereira Miranda

Polêmica com vereadoras

A cerimônia de posse na Câmara foi marcada por vaias ao ex-presidente Jair Bolsonaro e gritos de “sem anistia”, após a vereadora Zoe Martinez (PL) prestar juramento do cargo e gritar “viva Bolsonaro e a liberdade” no microfone.

Ao voltar ao seu lugar, Martinez bateu boca com vereadores do PSOL e a deputada federal Erika Hilton, também do PSOL, que estavam do outro lado do plenário e puxaram o coro de "sem anistia!".

Vereadoras Zoe Martinez (PL) e Silvia Ferraro (PSOL) polemizam na posse na Câmara Municipal de SP nesta quarta (1°). — Foto: Reprodução/TV Câmara
Vereadoras Zoe Martinez (PL) e Silvia Ferraro (PSOL) polemizam na posse na Câmara Municipal de SP
nesta quarta (1°). — Foto: Reprodução/TV Câmara

O vereador Eliseu Gabriel (PSB), que preside a sessão, brincou ao microfone: "Começou cedo, hein?".

Depois, a vereadora Silvia Ferraro, da Bancada Feminista do PSOL, ao fazer o juramento, ergueu um cartaz contra a anistia aos participantes do ataque golpista de 8 de janeiro de 2023.

Eleição da Mesa Diretora

Os vereador Ricardo Teixeira (União) e Celso Gianazzi (PSOL), que disputam a presidência da Câmara Municipal de SP neste 1 de janeiro de 2025. — Foto: Montagem/g1/Rede Câmara
Os vereadores Ricardo Teixeira (União) e Celso Gianazzi (PSOL), que disputam a presidência da Câmara
Municipal de SP neste 1 de janeiro de 2025. — Foto: Montagem/g1/Rede Câmara

Após a posse, os vereadores de São Paulo iniciam a escolha do novo presidente do Poder Legislativo paulistano, além dos novos membros da Mesa Diretora da Câmara.

O vereador Ricardo Teixeira (União Brasil) foi indicado como o candidato da base do governo para o cargo e foi eleito com 49 votos, contra seis votos do vereador Celso Gianazzi (PSOL).

Além do próprio partido, Teixeira teve apoio de MDB, PL, PP e até do PT – que faz oposição a Nunes – para ser eleito para a presidência da Legislativo municipal em 2025.

Além do presidente, também estão em votação os outros membros da Mesa Diretora, que será controlada no biênio 2025-2026. A chapa decidida em acordo é a seguinte:

  • Presidente: Ricardo Teixeira (União Brasil)
  • 1° vice: João Jorge (MDB)
  • 2° vice: Isac Félix (PL)
  • 1° secretário: Hélio Rodrigues (PT)
  • 2° secretário: Milton Ferreira (Podemos)
  • 1° suplente: Edir Sales (PSD)
  • 2° suplente: Major Palumbo (PP)
  • Corregedor Geral: Rubinho Nunes (União Brasil)

Quem é Ricardo Nunes

Ricardo Nunes — Foto: Jorge Silva/Reuters
Ricardo Nunes — Foto: Jorge Silva/Reuters

Ricardo Nunes (MDB) tem 56 anos, é empresário e atual prefeito da capital paulistana. Esta foi a primeira eleição em que ele disputou para um cargo majoritário.

 

Nunes assumiu a cadeira de prefeito em 2021 após a morte de Bruno Covas em virtude de um câncer. Em 2012, foi eleito vereador com mais de 30 mil votos. Em 2016, se reelegeu com 55 mil votos.

Durante seis anos, foi o relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias e do Orçamento da capital. Casado há 27 anos com Regina Carnovale Nunes, tem três filhos e um neto.

Nasceu na Zona Sul da capital paulista, é do signo de escorpião e palmeirense. Em entrevista ao g1, disse ser fã do padre Marcelo Rossi, adorar novelas e ser “pai” de quatro cachorros: Yuri, Apolo, Sissi e Milk.

Quem é Mello Araújo

Coronel Mello Araújo (PL), candidato a vice na chapa de Ricardo Nunes (MDB) — Foto: ROBERTO SUNGI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Coronel Mello Araújo (PL), candidato a vice na chapa de Ricardo Nunes (MDB)
— Foto: ROBERTO SUNGI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
 

Indicado para vice de Nunes pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Ricardo Augusto de Mello Araújo é coronel aposentado da Polícia Militar e ex-comandante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar),

Com 53 anos, Araújo vem de uma família de militares e foi a terceira geração a atuar na segurança pública de São Paulo.

Em 2020, ele foi convidado pelo então presidente Bolsonaro a assumir a presidência do Ceagesp e, neste ano, indicado como vice na chapa que disputou a Prefeitura de SP.

Ainda como comandante da Rota, em 2017, o futuro vice da cidade se envolveu em uma polêmica ao diferenciar uma abordagem policial realizada no Jardins e na periferia em declaração feita em entrevista ao UOL.

"Você pega o policial que trabalha nos Jardins, a forma como ele vai lidar com a comunidade ou com as pessoas que transitam por lá é totalmente diferente do policial que trabalha na periferia. Ele usa a mesma técnica, vai trabalhar com a mesma doutrina, mas a forma de se abordar e de se falar com a pessoa é diferente", afirmou.

"Porque aquela comunidade numa região periférica, se eu colocar o policial do Jardins para trabalhar, ele vai ter, no começo, uma dificuldade pra se adaptar a essa realidade. É uma outra realidade, são pessoas diferentes que transitam por lá. Se ele for abordar a pessoa da mesma forma que abordaria uma pessoa no Jardins, ele vai ter dificuldade, ele não vai ser respeitado. Da mesma forma, se eu coloco um da periferia pra lidar, falar da mesma forma, com a mesma linguagem que uma pessoa da periferia fala aqui no Jardins, ele pode ser grosseiro com uma pessoa do Jardins que está ali andando. Até da forma de falar, o policial tem que se adaptar àquele meio que ele está naquele momento."

 
O coronel Mello de Araújo, ex-presidente da Ceagesp na gestão de Jair Bolsonaro (PL). — Foto: Reprodução/Instagram
O coronel Mello de Araújo, ex-presidente da Ceagesp na gestão de Jair Bolsonaro (PL).
— Foto: Reprodução/Instagram

Durante a participação em um podcast policial, em agosto, o coronel relembrou a fala e negou as acusações de que estaria defendendo um tratamento diferenciado da PM nas áreas nobres de São Paulo.

Ele afirmou que estava apenas relatando que existem protocolos diferentes para cada situação, o que inclui desde linguagem corporal ao uso de gírias e expressões para se comunicar com as diferentes realidades.

Forças políticas na Câmara Municipal

Maiores bancadas de vereadores da Câmara Municipal de São Paulo para o mandato 2025/2028. — Foto: Reprodução/TV Globo
Maiores bancadas de vereadores da Câmara Municipal de São Paulo para o mandato 2025/2028.
— Foto: Reprodução/TV Globo
 

Na eleição de outubro de 2024, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) apontou que 35 dos 55 vereadores atuais da capital paulista foram reeleitos.

Outros 20 novos parlamentares assumirão os mandatos a partir de 2025, segundo a listagem final do tribunal (veja lista aqui), incluindo os cinco vereadores mais votados da capital, que assumirão pela primeira vez uma cadeira no Legislativo paulistano.

O PT conquistou a maior bancada de vereadores, com oito cadeiras. O partido de Lula manteve a mesma quantidade de cadeiras conquistadas em 2020.

A sigla é seguida por MDB, PL e União Brasil, que conquistaram sete vagas cada um no pleito.

Bancada de vereadores eleitos em 2024 na cidade de São Paulo. Mandato vai de 2025 a 2028. — Foto: Reprodução/CMSP
Bancada de vereadores eleitos em 2024 na cidade de São Paulo. Mandato vai de 2025 a 2028.
— Foto: Reprodução/CMSP
 

O PSOL de Guilherme Boulos também manteve as seis cadeiras em 2020 e segue na quinta posição entre as maiores bancadas, seguido pelo Podemos, que atingiu também seis cadeiras, três a mais do que no pleito anterior.

O Partido Progressistas (PP), que tinha apenas uma cadeira em 2020, agora tem quatro parlamentares.

O PSD, de Gilberto Kassab, que tinha três cadeiras em 2020, permaneceu com o mesmo tamanho. Mas a legenda perdeu três parlamentares, se compararmos com a bancada atual de seis vereadores, que migraram para o partido em virtude da eleição deste ano.

O Republicanos, do governador Tarcísio de Freitas, que apoia a reeleição de Ricardo Nunes, perdeu duas das quatro cadeiras da Legislatura anterior.

O partido Novo, que tinha dois parlamentares em 2020, agora conseguiu eleger apenas uma parlamentar.

A novidade é que a Rede Sustentabilidade, que nunca tinha tido um parlamentar eleito na capital paulista, agora terá uma das cadeiras com Marina Bragante, eleita para o mandato 2025-2028 com 39 mil votos.

Vereadores eleitos 2025/2028

Os vereadores mais votados Lucas Pavanato, Ana Carolina Oliveira, Amanda Paschoal e Sargento Nantes. — Foto: Montagem/g1/Divulgação
Os vereadores mais votados Lucas Pavanato, Ana Carolina Oliveira, Amanda Paschoal e Sargento Nantes.
— Foto: Montagem/g1/Divulgação
  1. LUCAS PAVANATO (PL) - 161.386 votos
  2. ANA CAROLINA OLIVEIRA (Podemos) - 129.563 votos
  3. DR. MURILLO LIMA (PP) - 113.820 votos
  4. SARGENTO NANTES (PP) - 112.484 votos
  5. AMANDA PASCHOAL (PSOL) - 108.654 votos
  6. RUBINHO NUNES (UNIÃO) - 101.549 votos
  7. LUNA ZARATTINI (PT) - 100.921 votos
  8. LUANA ALVES (PSOL) - 83.262 votos
  9. DRA SANDRA TADEU (PL) - 74.511 votos
  10. PASTORA SANDRA ALVES (UNIÃO) - 74.192 votos
  11. SILVÃO LEITE (UNIÃO) - 63.988 votos
  12. ISAC FÉLIX (PL) - 62.275 votos
  13. ZOE MARTINEZ (PL) - 60.272 votos
  14. GABRIEL ABREU (Podemos) - 58.581 votos
  15. RODRIGO GOULART (PSD) - 58.715 votos
  16. DANILO DO POSTO DE SAÚDE (Podemos) - 58.676 votos
  17. EDIR SALES (PSD) - 58.190 votos
  18. ALESSANDRO GUEDES (PT) - 58.183 votos
  19. CELSO GIANNAZI (PSOL) - 57.789 votos
  20. CRIS MONTEIRO (Novo) - 56.904 votos
  21. SILVINHO (UNIÃO)- 53.453 votos
  22. THAMMY MIRANDA (PSD) - 50.234 votos
  23. NABIL BONDUKI (PT) - 49.540 votos
  24. JANAINA PASCHOAL (PP) - 48.893 votos
  25. FABIO RIVA (MDB) - 44.627 votos
  26. MAJOR PALUMBO (PP) - 43.455 votos
  27. RUTE COSTA (PL) - 43.090 votos
  28. SIDNEY CRUZ (MDB) - 42.988 votos
  29. GEORGE HATO (MDB) - 42.837 votos
  30. SANSÃO PEREIRA(Republicanos) - 42.229 votos
  31. ANDRÉ SANTOS (Republicanos) - 41.379 votos
  32. HÉLIO RODRIGUES (PT) - 40.753 votos
  33. AMANDA VETTORAZZO (UNIÃO) - 40.144 votos
  34. MARCELO MESSIAS (MDB) - 40.079 votos
  35. MARINA BRAGANTE (REDE) - 39.147 votos
  36. TRIPOLI (PV) - 39.039 votos
  37. SIMONE GANEM (Podemos) - 38.540 votos
  38. SANDRA SANTANA (MDB) - 38.326 votos
  39. JOÃO JORGE (MDB) - 36.296 votos
  40. ELY TERUEL (MDB) - 35.622 votos
  41. PROFESSOR TONINHO VESPOLI (PSOL) - 34.735 votos
  42. SILVIA DA BANCADA FEMINISTA (PSOL) - 34.537 votos
  43. SONAIRA FERNANDES (PL) - 33.957 votos
  44. DR. MILTON FERREIRA (Podemos) - 33.493 votos
  45. JOÃO ANANIAS (PT) - 33.225 votos
  46. KENJI PALUMBO (Podemos) - 32.495 votos
  47. RICARDO TEIXEIRA (UNIÃO)- 31.566 votos
  48. JAIR TATTO (PT) - 30.905 votos
  49. DHEISON (PT) - 30.575 votos
  50. SENIVAL MOURA (PT) - 30.480 votos
  51. ELISEU GABRIEL (PSB) - 30.706 votos
  52. RENATA FALZONI (PSB) - 30.206 votos
  53. KEIT LIMA (PSOL) - 27.769 votos
  54. ADRILLES JORGE (UNIÃO) - 25.038 votos
  55. GILBERTO NASCIMENTO (PL) - 22.306 votos
FONTE/CRÉDITOS: Com informações do G1 | Rodrigo Rodrigues, Paola Patriarca, Paulo Gomes, Marcel Lopes

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